terça-feira, 30 de setembro de 2008

Sejam bem vindos


Para você que lê, aquele abraço, e obrigada por me visitar.

E espero que visite sempre, sinta-se em casa.

Falar de sentimentos e de coisas que pensamos nem sempre é fácil, diria até constrangedor.

Mas necessário, para ser útil ou simplesmente desabafar...

Farei aqui meu cantinho, não egoísta e sim revelador; serão momentos de fragilidade e emoção!

Hoje mesmo, estou doente, e confusa e também extremamente feliz, estranho nê?

Feliz por estar aqui escrevendo novamente, se não estivesse doente estaria trabalhando e não escreveria para você...

O dia continua nublado, chuvoso e faz muito frio, meus pés já estão congelando, e a vontade de te-lo aqui comigo é bem grande, só para ficarmos aquecidinhos, jogando conversa fora...

É estou me sentindo sozinha, a única companhia é a Internet; aquela que relutei em aceitar, e que hoje é uma boa amiga!


Sobre a vivência, muito o que dizer...

Mas sobretudo o que não dizer e sim, fazer!

Como ciclo vicioso fazemos tudo de novo, sempre igual. Mesmo

que saibamos que vamos nos machucar.

Cair nas mesmas tentações... e se quebrar!

Quebrar a cara, o corpo, as pernas, a alma.

Quebrar o bom senso.

Mas mesmo assim teimamos, em viver o mesmo

todos os dias, o "chinfrim", o pequeno, sem enxergar um palmo diante do nariz!

Pessoas boas sim, mas sempre repetindo, repetindo....

Hoje...


Hoje,

me sinto que nem "Macabéa",

feia, destorcida, estranha, pálida e tuberculosa...

Sem contar, na pobreza de cultura, alma e espírito.

Vida?

Ah! Essa passou bem longe, só consigo repirar,

pois sou como uma máquina, que se acostumou fazer

sempre a mesma coisa.

Que bom! Pois nem sempre me sinto assim!




texto baseado no livro" Hora da estrela, Clarice Lispéctor" por Andreza Lopes