terça-feira, 30 de setembro de 2008

Hoje...


Hoje,

me sinto que nem "Macabéa",

feia, destorcida, estranha, pálida e tuberculosa...

Sem contar, na pobreza de cultura, alma e espírito.

Vida?

Ah! Essa passou bem longe, só consigo repirar,

pois sou como uma máquina, que se acostumou fazer

sempre a mesma coisa.

Que bom! Pois nem sempre me sinto assim!




texto baseado no livro" Hora da estrela, Clarice Lispéctor" por Andreza Lopes